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O Messias

“Sou homem e não sou homem. Sou Deus e não sou Deus. Fico a refletir sobre mim mesmo.”
                            O Pão N. de C. Dia, p. 57

Fala-se sobre a vinda do Messias, não? Pois o Messias nasceu. Não são apenas palavras; é realidade mesmo. Eu próprio fiquei surpreso. E não se trata de renascer, mas de nascer novamente. (...)

Esse Messias tem a posição mais elevada na hierarquia do mundo. No Ocidente, ele é considerado o Rei dos Reis. Assim, com a minha vinda é que será possível a salvação da humanidade. É um acontecimento impar. [...]

[...] Chegado por fim o momento celeste, foi-me concedida a Força Absoluta. Uma vez que nasci neste mundo com a grande missão de salvar a humanidade, fazendo uso dessa força, não só explanarei a essência mais profunda da Verdade, como também promoverei a última salvação de toda gente, desempenhando inclusive o papel de líder do projeto de criação do mundo da nova civilização.

 

É a boa nova do Paraíso nunca vista por toda humanidade. [...]


[...] A idéia do Messias tem profunda relação com o cristianismo. No Ocidente, as interpretações que se dão a respeito são de tal forma diversas que ainda não se chegou a nada de conclusivo. É porque é difícil para a inteligência humana perscrutar os insondáveis mistérios de Deus.

 
Eu próprio ainda não me intitulei Messias nem disse ser Cristo no seu segundo advento. Estou interdito por Deus de anunciá-lo até determinado momento.

 

Aliás, haveria uma grande confusão se, hipoteticamente, desconfiassem da vinda do Messias. Acorreria gente de todo o lado a fazer imenso alvoroço, estorvando-nos o trabalho.

O que posso afirmar com certeza é que estou executando o plano de salvação mundial. Pode-se perceber ao assistir à evidência daquilo que faço. É o motivo também de ter adotado a denominação Ordem da Salvação Mundial. 

Filosofia do Messias, Compilado V, 1950 a 1954.

                 Ensinamentos de Meishu-Sama

 

Machayach.

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Itabuna (Pedra Preta)* - Bahia - Brasil

*Seu nome é derivado dos termos em tupi ita (pedra), aba (Imediações [de um lugar], arredores) e una (preta), assim, significa "lugar de pedra(s) preta(s)".

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