
Ação Ecumênica do Paraíso
EDIFICANDO O REINO DOS CÉUS
O Advento do Messias e a Cidade de Itabuna
"Na minha visão à noite, vi alguém semelhante a um filho de um homem, vindo com as nuvens dos céus. Ele se aproximou do ancião e foi conduzido à sua presença.” (Daniel 7:13)
“Ensinamentos verdadeiros são aqueles que desvelam mistérios que a razão é incapaz de desvelar”
O Pão N. de C. Dia, p. 70
Os judeus e os cristãos possuem grande esperança de que o Messias surgirá e/ou retornará no ano de 2026. Logicamente, ao longo da história, todos eles nutriram a expectativa de que esse fato aconteceria noutras datas, já expiradas.
Nestas crenças, há muita semelhança, pois comungam da mesma base doutrinária / teológica. Mas há uma discordância secular entre eles, sobre quem é o Messiah.
A semente da discordância, neste caso, está no ponto de vista que cada um mantém [rigidamente]. Também vale mencionar o Islamismo, que acredita no retorno de Jesus e, também, do Profeta Maomé (último profeta) no Juízo Final.
Essas três grandes crenças (Religiões) compartilham de uma mesma fé-matriz [Patriarca Abraão] e no respeito a outras personalides do Velho Testamento, incluindo Daniel.
Dentre as visões e interpretações de sonhos realizadas por esse profeta, destaca-se o Sonho da Estátua (Daniel 2): Daniel explicou que a grande estátua de ouro, prata, bronze, ferro e barro representava a progressiva decadência de impérios mundiais, culminando no Reino de Deus, que prevalecerá para sempre, através da atuação de uma ‘pedra’ manipulada pelo Criador.
Temos atualmente a última religião [década de 1930]. Seus seguidores acreditam que o fundador seja o Messias; e seu legado [Irradiação de Energia Purificadora, Protótipos do Paraíso, Alimentação Pura e a Ciência do Espírito] corrobora para a confirmação dessa crença.
Seu líder faz uma analogia sobre a replicação de Solos Sagrados pelo mundo, ele diz que será como lançar uma pedrinha no centro de um lago, gerando uma propagação de ondas até as margens [abrangência mundial].
Então, o ponto coincidente nesses registros [metáforas] é um agregado natural sólido, ou seja, uma rocha (pedra, pedrinha).
A cidade de Itabuna, do estado da Bahia, no Brasil, tem seu nome oriundo da língua indígena Tupi, que traduzido para o português, significa lugar / local de ‘pedras pretas’; também conhecida pelos seus cidadãos, simplesmente pela alcunha de pedra preta.
Ela [Itabuna] tem um papel importante na apresentação do Messias para os religiosos das crenças abraâmicas. Estes crentes possuem uma característica que deve ser considerada e tratada com seriedade e atenção.
Como seu conjunto doutrinário é rico em simbologias preditivas [devido à prematuridade do tempo] referentes à conclusão do ciclo evolutivo; sem mencionar as alterações [omissão/adição] na Palavra [tradição oral/escritos] ao longo do tempo, muitos dos fiéis guardam uma grande expectativa de fatos miraculosos no cumprimento de tais profecias.
Portanto, o descortinar do Plano Divino para esses grupos de religiosos carece de uma estratégia criteriosa, progressiva e elucidativa; ao mesmo tempo, que force uma evolução [rápida] da cognição espiritual daqueles que se submeterem. Conforme a orientação Divina.
Um ponto importante, ela [divulgação] será integralmente no ambiente da internet. Nas Escrituras Sagradas antigas [na última era da noite], fala-se sobre prodígios que surgirão nas 'nuvens', boa parte dessas predições refere-se a fatos surgidos no 'espaço virtual' proporcionado pela Rede Mundial de Computadores / Nuvens.
O Ecumênico, Sinal Divino.